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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

A TÍPICA HISTÓRIA DE UMA CONVERSÃO MAL FEITA


Me chamo Carlos. Tenho 20 anos. Certo dia, eu fui abordado na rua, na esquina do meu bairro por duas missionárias. Uma delas é Argentina. A outra, depois de algum tempo, eu acabei me apaixonando. Ela é de São Paulo. Ela me disse que é uma jornalista. Não está trabalhando porque está na missão. Eu moro no sul do Rio Grande do Sul, então me pergunto: “por que a enviaram para a fronteira com o Uruguai?”
Enfim! Acho que não saberei a resposta a esta pergunta. Quando fui abordado, a missionária paulista, muito simpática, me perguntou, se "eu tinha tempo para ouvir uma mensagem de Jesus Cristo?" Confesso aqui, que aceitei ouvi-las apenas para não ser grosso. Marcaram um dia específico para nos encontrarmos em casa.
Elas vieram na data e hora que foi marcada a tal mensagem. Bateram na minha porta. Eu olhei pelo olho-mágico. Naquele instante, eu resolvi não recebê-las. Afinal, eu não tinha interesse na religião dessas moças.
Alguns dias passaram. Elas bateram na minha porta novamente. Dessa vez, eu não as esperava. Fui pego de surpresa. Não olhei quem era antes de abrir a porta. Então, eu acabei recebendo as duas missionárias Mórmons. E acabei escutando o que elas tinham para me falar. Após a mensagem,  elas marcaram comigo outra visita.
Passaram-se dois dias, elas voltaram a bater na minha porta. Me deram panfletos e o Livro de Mórmon. Pouco antes de se despedirem, me convidaram para uma janta no sábado. Então se foram. Voltaram para me pegar no sábado para essa janta. Depois, eu fui convidado para ir na reunião sacramental dominical. Naquele domingo, eu não pude ir. Então, eu fui no próximo domingo.
Após o dia da minha visita na sua igreja, elas voltaram na quarta-feira. Eu percebi que estava apaixonado. Desde a quarta-feira que estiveram em minha casa, após o domingo da minha visita, eu comecei a não poder parar de pensar na Sister paulista.
Elas voltaram na sexta-feira. Me convidaram para assistir uma aula do Instituto, onde ensinam os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos do Últimos Dias  sobre o evangelho. Desde então, elas sempre vêm até minha casa.
Me acompanham até a capela, que fica perto, aproximadamente, uns 300 metros da minha casa. Eu visitei sua capela vários domingos consecutivos. Creio que essas missionárias estão contentes com a minha presença na sua igreja. Pelo menos, elas aparentam isso. Principalmente, a Sister que estou gostando.
A intimidade com essas moças está de uma maneira, que se elas quiserem ir na minha casa, elas têm essa liberdade. E elas vão.
Nos nossos encontros, elas me dizem, que sou um bom homem. Respeitador! Elas sempre me perguntaram, se eu “desejo me batizar?” Dizem que eu já vivo todos os mandamentos, etc.  
Eu aceitei. Desde que elas me visitem diariamente, à noite entre 20 e 21:30 horas. Até o dia do batismo.
Então, pesquisando achei seu blog. Depois que eu for batizado, elas se livrarão de mim? Ou algo do tipo? Sou mais um número para a lista de batismo delas? Mais um número para suas metas missionárias?

Obrigado!

Creio que o objetivo é somente a missionária. Esse homem que me escreveu não tenderá a permanecer firme na doutrina Mórmon. Aparentemente, ele está apenas focado na síster paulista. Será mais um dos 80% dos membros afastados da igreja Mórmon. Por outro lado, as sísteres terão alcançado alguma meta missionária proposta pelo seu Presidente de Missão. Irão embora! Uma triste realidade que se repete incontáveis vezes. Amor rápido, platônico e não correspondido. Todos saem perdendo!

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